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LETRA
Vila Do Sossego Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Em seus papiros Papillon já me dizia Que nas torturas toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, felizmente Displicentemente o nervo se contrai Ô, ô, ô, ô, com precisão Nos aviões que vomitavam paraquedas Nas casamatas, casas vivas caso morras E nos delírios, meus grilos temer O casamento, o rompimento, o sacramento, o documento Como um passatempo quero mais te ver Ô, ô, ô, ô, com aflição Meu treponema não é Pallidum nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas meninas rever Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço Chame o Padre Ciço para me benzer Ô, ô, ô, ô, com devoção Em meio a versos poéticos e misteriosos, la canción 'Vila Do Sossego' de Zé Ramalho invita al oyente a sumergirse en un mundo de enigmas y reflexiones. Con una melodía envolvente y letras profundas, la canción nos hace cuestionar la dualidad entre la certeza y la incertidumbre en la vida....
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