🎵
LETRA
Algo Injusto Há mais de 10 anos atrás bem distante daqui Nascera um rapaz que o rap conhecera por Tem-p E eu cresci e eu hoje percebo a minha mágoa Ver o meu people rastejar chorar por um nicles de água Sinto que vim do nada parar neste pais Que olha para África como pretos e lixo Europa feliz nem todos vem na verdade Desde do [?] seres aprendiz aulas de futilidade E a tua capacidade monetária de facto Esvazia a tua mente enriquece teu guarda facto Num contrato bazo sem valores e essas tretas Tu vives na fase das tetas etiquetas Jaquetas de marcas nem sabes que a cena custa O cota não te dá paca tu chamas a vida injusta Vives sem rédea curta enquanto o povo luta e furta Eu olho para o poço Damn a vida é p*** Homem nasce com ADN na cobiça Insatisfação eterna gera malícia People faminto a dormir na cortiça Têm pão em casa reclamam injustiça Sejam homens conscientes Não digam que não choram Não fiquem reticentes Agarrados aos que devoram Um feeling autoritário num cenário que se evapora Perante um diário que não se escreve não se decora Sem tinta para um sumário avalizado só na hora Da morte imprevista cruel que não chora Aquilo que o artista tentou seguir à risca Mas o rosa jornalista só pensa no capital Tornando-se um vigarista perfeito e ideal Aos olhos do capitalista entrega-se ao comercial E pode mudar a lista, a cor e o locutor Mas o odor exibicionista ganha toques de senhor Para não sair da pista lambe rabos e a favor De uma carreira de artista cheia de manhas e dissabores Compreensíveis à vista de engenheiros e doutores Comportamentos irracionais Comportamentos à roedores Homem nasce com ADN na cobiça Insatisfação eterna gera malícia People faminto a dormir na cortiça Têm pão em casa reclamam injustiça Ai meu Deus O que é que deu nesses filhas da p*** Eu tento ser apenas eu na minha conduta Mas cresço nem desapareço E vejo que não me pareço Com esta sociedade cega, surda e muda Que nunca viu Aqueles olhos que imploram por ajuda Nunca ouviu Aquele que grita aflito que implora: 'Deus me acuda' Não te avisou Nem a ti nem aos teus bros Que vinham bongos assassinos E que era para tu dares de fuga E tu foge que ela é dor Que não vê cor Seja ela qual for Que fode mesmo quem se impor à banca [?] no televisor, importante E o mundo fica mais pequeno Se ela é muito grande Ela é aquele vírus antigo Que vem tipo nova vaga Que se espalha como aquela praga Que nunca acaba E tu repara que essa ferida nunca sara Só quando o tempo e espaço pararem É que a injustiça para
◎ Más canciones de GROGNation
Ver artista#TítuloÁlbumDuración
- 1$em Avi$arSingle--:--
GROGNation
- 2A Teoria do Bolso FuradoSingle--:--
GROGNation
- 3Amar Para EsquecerSingle--:--
GROGNation
- 4AnkurasSingle--:--
GROGNation
- 5ArruaçaSingle--:--
GROGNation
- 6BarmanSingle--:--
GROGNation