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LETRA
A Cada Passo E é por essas e outras, mais um cigarro Passa do tempo, correr das horas, nem reconheço meu rosto Em meio a multidão eu sou mais um Caboquin' comum Na vida, amarga vida Dura chegada, triste a partida Fio da navalha, não cicatriza Por que não me leva? Agoniza Distante do sonho, preso no chão frio, eu sei que eu prometia mais Projetos e planos, demônios e manos, mil tretas, meu eu aqui jaz Retorno de glória, quem sabe na hora eu encontre quem eu tanto amei Eu não tava pronto pra vida que eu levei Mas o tempo é rei, afina a viola, vambora O que se pode fazer, se o sorriso farto de outrora Abriu passagem pro choro de agora Dentro do peito ainda vigora Coração guerreiro, que achou que era livre Meu pobre rapaz... (Nunca mais) A cada passo que dou Traço triste sem chão Flores mortas acompanham os bons Eu não, eu não Me encaixo, me acho E no lugar onde estou, um gesto de proteção Pedi, segundo as obras, um só trago de perdão Em outro plano de visão Juntei meus sonhos e um papel, fui fiel, confiei Remei contra a maré, tive fé, fraquejei Redimi, eu lutei Consegui, superei Meu versos eu em um Coliseu, que eu mesmo criei Meus passos são vetores de problemas que encontro Em montantes de dilemas que vem a cada confronto A frente fui, sem olhar pra trás Silenciando cada um que afirmou que eu não era capaz E fiz o que me dispus, e o caminho sem luz E a percepção me fez mais amplo Me guiei pelo que compus e assim expus Pra ver que sucesso não é questão de tempo e sim questão de trampo Bota a cara pra bater, sem temer Várias mentes são deserto e eu vim pra fazer chover Preparado antes que os gigantes me afrontem Foco no degrau, a missão é ser maior do que eu fui ontem A cada passo que dou Traço triste sem chão Flores mortas acompanham os bons Eu não, eu não Me encaixo, me acho E no lugar onde estou, um gesto de proteção Pedi, segundo as obras, um só trago de perdão Em outro plano de visão Original Leste, vim Pro equilíbrio, é meu Yang-Yin E pra família não ser mais desfalque Só salve, só vou se for salvo Salvei uns irmãos que eram alvos Bravo, mas não era teatro, pesados aplausos, causou Mais que o choro em canções que compus no inferno Foda-se o mundo moderno Se meu coração é inverno [?] só os verme, um verso pro mano Guilherme Atenção ao irmão que te serve O olhar que te pede, externa Com os Do Braz pro Hemisfério Da porra do sétimo andar para o térreo É sério que eu fiz, pra ser como fui feito, assim Vaso ruim ao [?], que cai mas não quebra, e não cai feito feitor Quem nunca teve escolha, só folhas em brancos e sonhos sombrios Caique dá um ganho na porra do grave, que é o rap mais chave que esses pau no cu já ouviu
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